domingo, 6 de janeiro de 2013

4

Ex-istir


obei johei dédalo azul

formaes fé rica tamanha

ossete maresa aha-bi

tarlhe asu perficei

ter rasal picada desang, eu

arege nerar seterna

eiso mi lagre

desdalo venim possível

fa zerpar tedela

são sanos mis

 

o beijo hei de dá-lo azul

forma esférica tamanha

os sete mares a habitar-lhe a superfície

terra salpicada de vida

vida verde, vida de sangue

a regenerar-se terna

eis o milagre

desvendá-lo impossível

fazer parte dela

nossa missão

 


 

4 comentários

Lílian Maial

Lindo o poema, Jorge! E a curiosidade da tradução, mais ainda! :)
Beijocas

andre albuquerque

Bela homenagem á Mãe Terra, em lirismo cósmico e de rara beleza.Parabéns.

Pablo Flora

O belo inquietar-se e remexer-se das letras em que o sentido do poema ferve as palavras. Muito show! Abraço

Sônia Pillon

Instigante, original, arrebatador!