O menino tinha medo e se escondia
do dia crescente: depois se mostrou
ausente das consequências: muito depois
riu das lembranças embaraçosas: hoje
de nada se lembra ou tudo esquece
o menino se tornou menino
em adulto corpo: o medo
continua presente.
(Pedro Du Bois, A Infinitude dos Sons, 2008)


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